História do Brasil

Do Dia do Fico à Independência

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Do Dia do Fico à Independência – Brasil Colônia

Em 1821 foi formado um Partido Brasileiro que visando composto pela elite agrária brasileira, visando a Defesa de seus interesses econômicos.

No ano seguinte D.Pedro I recebe um documento contendo 8000 assinaturas, que os brasileiros queriam a sua permanência no Brasil. D.Pedro I após ler o documento, contraria os portugueses, que exigiam o seu retorno para Portugal, dizendo no dia 09/01/1822:

“Se é para o bem de todos e a felicidade geral da nação diga ao povo que fico”.

Este dia ficou conhecido como o Dia do Fico.

Logo após, D.Pedro I decreta o Cumpra-se, pelo qual ficava determinado que qualquer ordem vinda de Portugal, só teria validade no Brasil, mediante a sua aprovação.

Depois do dia 11 de janeiro, quando tropas portuguesas tentaram obrigar D. Pedro I a embarcar foi contida por uma movimentação de populares, os acontecimentos precipitaram-se.

Cientes do desejo de D.João VI de recolonizar o Brasil os brasileiros começaram a se organizar para tornar o Brasil independente e livre de Portugal.

D.Pedro I que passou a governar o Brasil após o retorno de D.João VI a Portugal, começou a ser pressionado por dois lados. A Coroa Portuguesa exigia a reestruturação do poder português na Colônia. Os brasileiros por sua vez, viam nele a grande chance de mudar a situação.

Todos os brasileiros desejavam a independência do Brasil e para alguns líderes políticos, entre eles José Bonifácio, o Brasil deveria manter seus vínculos com Portugal, voltando a ser colônia.

A tensão aumentava e quanto mais inflexíveis se mostravam os portugueses, mais forte se tornava no Brasil o sentimento nacionalista antiportuguês. É importante esclarecer que o interesse na independência era o de manter a liberdade econômica e administrativa.

Os grupos que lideravam o movimento eram sua maioria comerciantes, grandes senhores de terra, advogados e membros do clero. Esses grupos, portanto, desejavam a independência do Brasil para manter seus interesses assegurados.

A independência do Brasil não deveria não deveria significar mudanças na ordem social, ou seja, ricos continuariam ricos e os pobres continuariam pobres e a escravidão não acabaria; os líderes do movimento mantinham sua riqueza explorando a mão-de-obra escrava e não tinham o menor interesse em extingui-la.

A pressão dos brasileiros forçou D.Pedro I a proclamar a independência do Brasil no dia 7 de Setembro de 1822, favorecendo as elites brasileiras. No entanto, a situação da maioria da população e dos escravos não mudou.

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